Resumo da Notícia: "Uma Temporada de Grandes Vendas: Halloween Faz as Delícias dos Lojistas". The Providence Journal Bulletin, 30/1096.
"Halloween tornou-se um dos maiores feriados do ano, perdendo somente para o Natal e a Páscoa em termos de vendas. Máscaras de terror, fantasias, fitas de áudio com mensagens tenebrosas, decorações, e, é claro, os doces, são o que mais se vende nessa época do ano. As lojas que se especializam em itens de Halloween estão faturando alto com a crescente popularidade comercial do feriado".
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19 de out. de 2012
14 de out. de 2012
O Que está por trás do Halloween? - Parte 2
Happy Halloween ? Será mesmo ?
"Porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes" Efésios 6.12.
Será que Halloween é realmente uma festa feliz ("happy")? Ou será que há ocultismo da pesada nas suas origens? Será que essa festa envolve celebrações fúnebres, consultas aos mortos, louvor à "divindade" da morte e negociatas com entidades do mundo tenebroso? Será que é um evento tão ingênuo como se diz?
"Porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes" Efésios 6.12.
Será que Halloween é realmente uma festa feliz ("happy")? Ou será que há ocultismo da pesada nas suas origens? Será que essa festa envolve celebrações fúnebres, consultas aos mortos, louvor à "divindade" da morte e negociatas com entidades do mundo tenebroso? Será que é um evento tão ingênuo como se diz?
6 de out. de 2012
O Que está por trás do Halloween? - Parte 1
O mês de outubro se alto denomina mês das crianças, devido a data comemorativa acerca delas, mas quantas famílias por ai, nem se quer sabem onde estão seus filhos, qual seria a explicação de tantos desaparecimentos? o que o 31 de outubro tem haver com o assunto? porque esta data é tão lembrada em todo o mundo?
Separamos uma série de estudos acerca do Halloween, e o que está por trás desta data. Logo abaixo, há o primeiro estudo no formato PDF. Você pode aumentar o tamanho nas lupas, passar as páginas nas setas ( > ), ou aumentar a tela na seta para sima, ou se preferir, baixe o arquivo PDF e leia em seu computador, segue o link do download abaixo:
(Pedimos que divulguem as informações desta série para quantos poderem divulgar, estas informações são importantes, você tem toda a liberdade de imprimir, doar, gravar e etc; só não será permitido a venda destes estudos)
(Pedimos que divulguem as informações desta série para quantos poderem divulgar, estas informações são importantes, você tem toda a liberdade de imprimir, doar, gravar e etc; só não será permitido a venda destes estudos)
23 de jun. de 2012
A Verdadeira Festa Junina
1-FESTA
DE SÃO JOÃO = DE XANGÔ = DRUÍDAS = JESUÍNA?
Também
chamada de festa dos Fogos de SÃO JOÃO
porque no passado, os DRUIDAS
que eram feiticeiros ingleses, faziam CULTO AO DEUS SOL COM
CHAMAS DE FOGO em honra ao deus BAAL ou MOLOCH (Ninrode
adorado secretamente por sua mãe e esposa Semíramis, esta
das notas do dinheiro brasileiro, a estátua da liberdade). As
fogueiras fazem parte destas festas, inclusive o passar e pular a
fogueira. Estas festas estão sempre relacionadas com fogo e fogos de
artifícios.
XANGÔ
é a divindade do FOGO e do trovão e da justiça. É um
Orixá temido e respeitado, é viril e violento, porém justiceiro, e
muito vaidoso. Por este motivo diz-se que quem teve morte por raio,
ou sua casa, ou negócio QUEIMADO PELO FOGO, foi vítima da
ira ou cólera de Xangô. Xangô Jakutá dança sobre as brasas de
uma fogueira. http://guardioesdaluz.sites.uol.com.br/xangoafro.htm
13 de dez. de 2011
Lúcifer é Satanás?
INTRODUÇÃO
"A maior façanha do diabo foi convencer a todos de que ele não existe."

"A maior façanha do diabo foi convencer a todos de que ele não existe."
Charles Baudelaire – O Jogador Generoso – 1864

Vivemos numa época de ceticismo, imersos num mundo materialista...
Parte do processo que tem levado a humanidade a uma crescente decadência em termos morais e espirituais deriva da negação da antiga personificação do Mal, a antiga "serpente", também conhecida como Satanás.
Avançando na descrença, as tradições são vistas como obstáculos contrários ao direito de ser e pensar livremente, anunciado pelo advento de uma "Nova Era". O imediatismo consumista e o mau exemplo dos que ocupam as lideranças sociais conduzem a uma perigosa perda de referências no discernimento entre o certo e o errado. Diante da idéia de que o Mal não existe, florescem os apelos para o usufruto dos prazeres de uma vida sem culpas; sem o peso do pecado que nada mais seria do que uma forma de controle instituída pelas religiões. Principalmente, a cristã.
Um dos grandes chamarizes desse convite à liberdade que facilmente converge para a libertinagem, abrindo portas para todos os vícios, é o objetivo indefinido de uma expansão da consciência. Deus é transformado numa inteligência universal amorfa com a qual podemos nos sintonizar através de métodos de meditação e a comunhão com uma fraternidade de mestres responsáveis pela evolução humana, no mesmo nível de Cristo.
Fazer com que o homem simplesmente negasse a existência de Deus seria impraticável, pois crer em Deus e clamar por sua misericórdia sempre resulta positivo. Ninguém estaria disposto a abrir mão daquilo lhe faz bem sem receber algo em troca. A solução para negar a Deus surge, indiretamente, pela negação de Satanás. Negar a existência do Mal, recebendo um simulacro de liberdade onde tudo é permitido, conduz à uma efêmera sensação de conforto e bem estar derivada da gratificação dos sentidos. Essa é uma troca tão comum quanto sutil...
Como combater algo cuja existência nós repudiamos e, portanto, passamos a não enxergar? Iludido pelo propósito de conhecer a si mesmo, através de um individualismo experimental que nada condena e ainda ensina que a vontade pessoal é a única lei, o homem corre o risco de se envolver em práticas que corrompem a moral e os bons costumes, comprometendo a sua saúde física, mental e espiritual. E por ignorar a natureza do Mal, torna-se, ele próprio, o mais perfeito canal para a sua expressão.
É necessário que a noite exista para que possamos enxergar as estrelas e reconhecer a luz de cada amanhecer. Satanás virou motivo de piada e deboche, identificado com superstições da crendice popular e aberrações das crenças religiosas. Mas a conseqüência de ignorar a existência do Mal é ignorar igualmente a existência do Bem, perdendo-se de seus princípios num mundo cujo verdadeiro príncipe é o próprio Diabo que apenas sorri e agradece.
Parte do processo que tem levado a humanidade a uma crescente decadência em termos morais e espirituais deriva da negação da antiga personificação do Mal, a antiga "serpente", também conhecida como Satanás.
Avançando na descrença, as tradições são vistas como obstáculos contrários ao direito de ser e pensar livremente, anunciado pelo advento de uma "Nova Era". O imediatismo consumista e o mau exemplo dos que ocupam as lideranças sociais conduzem a uma perigosa perda de referências no discernimento entre o certo e o errado. Diante da idéia de que o Mal não existe, florescem os apelos para o usufruto dos prazeres de uma vida sem culpas; sem o peso do pecado que nada mais seria do que uma forma de controle instituída pelas religiões. Principalmente, a cristã.
Um dos grandes chamarizes desse convite à liberdade que facilmente converge para a libertinagem, abrindo portas para todos os vícios, é o objetivo indefinido de uma expansão da consciência. Deus é transformado numa inteligência universal amorfa com a qual podemos nos sintonizar através de métodos de meditação e a comunhão com uma fraternidade de mestres responsáveis pela evolução humana, no mesmo nível de Cristo.
Fazer com que o homem simplesmente negasse a existência de Deus seria impraticável, pois crer em Deus e clamar por sua misericórdia sempre resulta positivo. Ninguém estaria disposto a abrir mão daquilo lhe faz bem sem receber algo em troca. A solução para negar a Deus surge, indiretamente, pela negação de Satanás. Negar a existência do Mal, recebendo um simulacro de liberdade onde tudo é permitido, conduz à uma efêmera sensação de conforto e bem estar derivada da gratificação dos sentidos. Essa é uma troca tão comum quanto sutil...
Como combater algo cuja existência nós repudiamos e, portanto, passamos a não enxergar? Iludido pelo propósito de conhecer a si mesmo, através de um individualismo experimental que nada condena e ainda ensina que a vontade pessoal é a única lei, o homem corre o risco de se envolver em práticas que corrompem a moral e os bons costumes, comprometendo a sua saúde física, mental e espiritual. E por ignorar a natureza do Mal, torna-se, ele próprio, o mais perfeito canal para a sua expressão.
É necessário que a noite exista para que possamos enxergar as estrelas e reconhecer a luz de cada amanhecer. Satanás virou motivo de piada e deboche, identificado com superstições da crendice popular e aberrações das crenças religiosas. Mas a conseqüência de ignorar a existência do Mal é ignorar igualmente a existência do Bem, perdendo-se de seus princípios num mundo cujo verdadeiro príncipe é o próprio Diabo que apenas sorri e agradece.




